5 de abril de 2009
4 de abril de 2009
2 de abril de 2009
1 de abril
1 de abril de 2009
Passos
Pronto, acabou-se-nos o sossego: o rapaz já anda e não quer outra coisa senão explorar a casa...
26 de março de 2009
Mãos dadas
Como de costume fui hoje de manhã deixar o rapaz no infantário; como de costume desde há uns dias, a educadora deixou-o sentado no tapete almofadado - ele já se aguenta muito bem e, segundo a educadora, 'só cai para trás quando quer dormir'.
Ao lado dele estava sentada uma bebé, mais ou menos da mesma idade. Juro que não foi impressão minha: eles trocaram mesmo olhares suspeitos, e o rapaz desatou a rir-se para ela. Pior, uma das educadoras diz que ontem estavam sentados quase encostados e que deram as mãos e ali ficaram, de mão dada.
Eu já desconfiava que o miúdo ia ser um sucesso, loirinho e de olhos azuis, mas... Querem lá ver que vou ter uma nora mais cedo do que julgava?
Ao lado dele estava sentada uma bebé, mais ou menos da mesma idade. Juro que não foi impressão minha: eles trocaram mesmo olhares suspeitos, e o rapaz desatou a rir-se para ela. Pior, uma das educadoras diz que ontem estavam sentados quase encostados e que deram as mãos e ali ficaram, de mão dada.
Eu já desconfiava que o miúdo ia ser um sucesso, loirinho e de olhos azuis, mas... Querem lá ver que vou ter uma nora mais cedo do que julgava?
18 de março de 2009
Primeiro aniversário
3 de março de 2009
1 de março de 2009
Carnaval
21 de fevereiro de 2009
Iniciação à fotografia
Hoje sentei o Vasco ao meu colo e pusemo-nos a ver um livro de fotografia. Começámos pelo Thomas Demand, ao qual ele não ligou nenhuma. Passámos para o William Eggleston, que o interessou muito (pela cor, provavelmente), e daí para o Stephen Shore, que lhe causou um grande ar de enfado. O Martin Parr despertou-lhe novamente o interesse (e quase me pareceu vê-lo esboçar um sorriso) e finalmente, quando chegámos ao David LaChapelle, começou a fazer cocó.
Parece-me que temos especialista!
Parece-me que temos especialista!
14 de fevereiro de 2009
Matulão

É verdade que as tabelas de percentis valem o que valem, quanto mais não seja pelas diferenças que apresentam em relação à nossa realidade específica, quer em termos geográficos (são tabelas criadas a partir de dados estatísticos de crianças dos Estados Unidos), quer em termos temporais (a última revisão é de 2000).
Ainda assim, parece-me um claro sinal de que este rapaz vai ser um matulão o facto de a uma semana de fazer 6 meses estar com estatura, peso e perímetro cefálico correspondentes aos de um bebé de percentil 50 com 11 meses (74cm, 10,1kg e 46 cm).
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